domingo, 25 de septiembre de 2016

La lucha de los amerindios contra el genocidio de hoy día

Miembros de The Red Nation [La Nación Roja] y KIVA del estado de Nuevo México que viajaron más de 1600 kilómetros parar unirse al campamento de protesta de Standing Rock. Cortesía: The Red Nation y KIVA.


De pie en Standing Rock

La tribu sioux de Standing Rock en el estado de Dakota del Norte está luchando para detener la construcción del oleoducto Dakota Access [acceso a los campos petrolíferos de Dakota]. Es una batalla contra el genocidio moderno de hoy en día y la destrucción del medio ambiente. Este oleoducto, justo al lado de la reserva de Standing Rock, pone en peligro el agua, la tierra y los sitios históricos y culturales irremplazables de la tribu, poniendo en peligro el futuro de los sioux de Standing Rock como un pueblo. El oleoducto de 1900 kilómetros, que transportaría 500.000 barriles de petróleo al día, es también una catástrofe ambiental en potencia para todo el planeta.
 
La posición y acción justas y valientes de unas pocas personas decididas en Standing Rock ha galvanizado el espíritu de lucha de muchas otras. Unas 200 tribus indígenas, miles de activistas y celebridades prominentes se han unido a la lucha o la han apoyado. El gobierno de Estados Unidos ha intervenido, pero es crítico que la gente siga e intensifique la lucha.
 
La fuente de los ultrajes en Standing Rock es la historia —y el presente— de genocidio y destrucción del medioambiente por parte de Estados Unidos. Esos ultrajes ponen de relieve la ilegitimidad del sistema. Se requerirá una revolución concreta para finalmente poner fin a estos horrores. Es urgente que las personas se conecten con el movimiento para la revolución, y que exploren el trabajo y las obras de su líder, Bob Avakian, quien ha desarrollado una estrategia para la revolución y el plan concreto para una sociedad emancipadora en el camino a un mundo libre de toda forma de opresión.
 
La batalla en Standing Rock se intensificó al acercarse el 9 de septiembre el día en que el tribunal federal iba a anunciar si continuaría o no la construcción del oleoducto. Los manifestantes se enfrentaron a los cerdos guardias de la compañía del oleoducto y sus perros, en un momento bloqueando la construcción. Foto: caribflame.com
 

La tribu sioux de Standing Rock de Dakota del Norte está luchando para detener la construcción del oleoducto Access Dakota. El 9 de septiembre, un grupo determinado fue a Bismarck, capital de Dakota del Norte para protestar frente al capitolio. Foto: AP

Una marcha desde el campamento de protesta de Standing Rock al sitio en construcción del oleoducto Dakota Access. Cortesía: The Red Nation y KIVA
 
Fuente: revcom
 
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1 comentario:

  1. É muito importante este sinal de luta vindo dos ameríndios. Numa altura em que a luta negra renasce e a luta branca também, é fundamental os índios se mobilizarem!
    Penso que se pode criar 3 blocos políticos de luta na América: os negros, os índios e os brancos. Há depois a questão complexa da população hispânica. Esta última define-se entre os 3 últimos blocos. Alguns definem-se como negros (os de Cuba, San Domingo, El Salvador, etc), outros apontam à sua origem indígena. Outros definem-se como brancos (argentinos, brasileiros). Por vezes, dá-me a impressão que os hispânicos se diluem em divisões.
    Seria chave unir os 3 blocos para criar um forte PC. Certas causas terão de ser colocadas (a independência de Porto Rico e das terras dos índios). O resto da América uniria o elemento negro e branco. É preciso entender a complexidade deste bloco. Todos vivem na pobreza, mesmo os brancos. A geração branca nascida nos anos 80, os chamados “milenares”, enfrenta hoje um abismo no seu futuro. A maioria não tem emprego, nem terá. Muitos endividaram-se para pagar a universidade e não tendo emprego, tem dívidas enormes para pagar, acabando sem-abrigo. Quase ninguém (brancos, negros, índios), tem acesso aos serviços de saúde. O empobrecimento generalizado dos brancos jovens é quiçá a maior surpresa dos últimos 20 anos da América. A pobreza negra e índia não surpreende, a branca sim. Isto coloca um novo desafio e campo de acção ao PC americano. Este terá de renascer com um programa forte que se dirija a todos. Alguns sinais vêem-se nesse sentido. O fenómeno Sanders foi sintomático de uma chama de revolta. A maioria dos seus votantes eram brancos com menos de 40 anos. As suas ideias eram o serviço nacional de saúde, de educação, salário mínimo aumentado, legislação social tipo a Europa dos anos 60. Taxado como socialista, a adesão destas ideias por mais de metade dos votantes democratas, nomeadamente brancos e jovens surpreendeu todos. Depois de afastar Sanders pela fraude, Hillary pensou-se ter-se visto livre deste perigo. Surpreendentemente, Jill Stein, a candidata do partido Verde recebeu no dia a seguir ao fim de Sanders, um aumento de 1000% das intenções de voto. Muitos dos militantes de Sanders, mobilizaram-se por ela, numa debandada geral. Ela é ainda mais radical que Sanders, defendendo a anulação da dívida dos estudantes universitários, um ensino gratuito, da primária à universidade, o desarmamento, a paz mundial, o fim do intervencionismo e a defesa da ecologia. A sua candidatura tem tido grande apoio. Daí a tentativa de vender, pela chantagem emocional, que se não votarmos por Hilary, isso traria o fascista Trump ao poder. Como se ela fosse diferente dele.
    Por outro lado, vemos hoje na América uma brutalidade policial racista, que só tem equivalência nos anos 20 da América. A opressão dos índios está a aumentar.
    O comunismo tem de renascer, percebendo esta nova realidade.

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