domingo, 18 de diciembre de 2016

Siria: Terroristas queman autobuses que iban a evacuar a civiles de ciudades asediadas

Varios autobuses atacados y quemados tras una evacuación cerca de Idlib

Un grupo relacionado con Al Qaeda ataca a la veintena de autobuses que debían evacuar a civiles de ciudades controladas por el ejército sirio.
 
Varios autobuses que se dirigían a evacuar a enfermos y heridos de las localidades chiíes de Fua y Kefraya, cercadas durante más de tres años por Al Nusra, exfilial siria de Al Qaeda, han sido atacados e incendiados este domingo, según ha informado el Observatorio Sirio para los Derechos Humanos, la televisión siria y varios medios locales.
 
Un grupo de violentos ha asaltado los autobuses, han obligado a los conductores a bajarse y han prendido fuego a al menos 20 vehículos. Cinco de ellos consiguieron llegar a su destino. La evacuación de civiles se había reanudado e n las últimas horas, gracias a un acuerdo entre las fuerzas pro-gubernamentales y parte de los rebeldes, según el cual 2.500 personas saldrían del este de Alepo a cambio de que otras 2.500 lo hiciesen de Fua y Kefraya.
 
Según ha afirmado una fuente oficial militar  a Middle East Eye, la quema de estos autobuses no cambiará los planes del gobierno sirio de permitir la evacuación de Alepo. Según otras fuentes, la evacuación de Aleppo también podría haberse visto paralizada después de este ataque. Según fuentes locales, los rebeldes sirios que acordaron los planes de evacuación se desmarcan de esta acción contra los autobuses. La opción que barajan las fuentes locales como más probable es la de la implicación de milicias de Al Nusra, antigua filial de Al Qaeda en Siria que ya se había opuesto a los planes de evacuación.
 
En total, se espera la salida de entre 3.000 y 4.000 civiles de estas dos poblaciones, cuya evacuación estaba prevista para primeras horas de la mañana.

Agencias.

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1 comentario:

  1. A ideia é claramente culpar Assad, algo em que vai acreditar a merda revisionista, mesmo que as provas apontem claramente noutro sentido.
    Isto só demonstra o desespero total dos EUA, pois estão a perder a capacidade de enganar a população mundial. Alepo é um ponto de viragem, quer na guerra síria, quer na propaganda. Até ao início da guerra síria, os EUA conseguiram acumular vitórias na propaganda: ganharam na Líbia, no Egipto, na Tunísia. Ganharam parcialmente no Donbass, mas começou-se a ver uma capacidade ténue dos comunistas organizarem uma resistência informativa à chuva de mentiras. Lentamente as mentiras de Maidan foram caíndo. Em Kobane, houve um grande sucesso militar e mediático, com a capacidade de inclusive fazer chover dinheiro, apoios, armas, brigadistas, com um grande sucesso militar. O ponto de viragem foi a capacidade de Assad resistir. Conseguiu manter o poder na Síria e aguentar até a Rússia estar disposta a actuar por eles. A partir daí, a vitória era apenas uma questão de tempo. Com Alepo, dá-se um Stalingrad na propaganda. À América resta duas opções: ou continuar a senda do ridículo que estamos a ver, com as mentiras hilariantes, nas quais ninguém acredita e continuar até ao dia em que Assad derrote de vez os terroristas e a América enfrentará uma vergonha do mesmo nível que a da queda de Saigão em 75. Ou declara derrota. Provavelmente veremos de súbito os mass merdia a descobrir “a Al-Qaida em Alepo”, que “ a revolução foi traída” e tentando criar uma saída honrosa, que consistirá em apontar que a revolução síria fora traída e agora os EUA não têm obrigação de defender os rebeldes. Tal como está a suceder com Porcoshenko, que de súbito se vê a ser investigado por corrupção, no que aparenta ser um golpe mediático para justificar o abandono da Ucrânia pelos EUA.
    Os EUA estão a tentar aporcalhar a vitória épica de Assad, digna de Stalingrad. Contudo o mundo vê a verdade. Graças a blogs como este e outros, hoje só se engana quem quer. De certo modo, como diz Deus no Apocalipse “ o diabo lança-se ao mundo com uma fúria destruidora quando vê o seu fim próximo”. É o fim do império americano, estes crimes, as mentiras ridículas que lança nos últimos tempos (tão ridículas que nem os usuais izmierdas acreditam), são os sinais do agonizar da besta.
    Assad está-se a revelar melhor que eu esperava. Eu via-o como um líder burguês, com medidas boas e pouco mais. Está-se a revelar um herói, pela coragem em ficar ao lado do seu povo em Damasco (com a oposição a controlar o bairro oriental), pela sua dignidade em resistir, pela sua defesa de uma Síria laica, multi-étnica. Tal como Gadafi, esse sempre esteve e sempre estará no meu coração. Um verdadeiro herói, muito triste a morte bárbara dele. O melhor líder que África já teve!!!

    Viva a Resistência do povo Sírio!!!

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