miércoles, 14 de diciembre de 2016

Tomar el poder (y el leninismo) por las hojas



Tú dices:

El problema del poder es que hay que tomarlo
 
 
El aventurero dice:

Entonces no hay problema
 
 
El anarquista:

¡Qué tomar el poder ni tomar el poder! De lo que se trata es de destruir el poder, todo poder…
 
 
El derechista que no osa decir su nombre:

¿Cómo dice? ¿Qué es lo que hay que tomar? ¿El problema o el poder? El sentido de la frase no es claro…”.
 
 
El burócrata del subdesarrollo:

Esa es una reflexión antipartido y revela apresuramiento pequeño-burgués. Es necesario comprender que por ahora basta con lo que tiene nuestro partido, visión elaborada, por cierto, arduamente, a través de casi cincuenta años: una perspectiva de poder”.
 

El contacto más constante que ellos tienen con el leninismo es su acuerdo en el sentido que tú no eres leninista.
 
 
Extraído de “Un libro rojo para Lenin” de Roque Dalton
 
Tomado de Cultura Proletaria 
 
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1 comentario:

  1. Mais uma prova da escória rebelde de Alepo. O exército sírio aponta aquilo que já vários autores acusam, os rebeldes ganharam fortunas vendendo a ajuda humanitária! Não só isto nega aos mais pobres o acesso à comida e saúde que são vitais, como é uma arma de guerra contra os dissidentes e sobretudo mantém a população em terror. Isto já sucedeu na guerra da Jugoslávia, onde os três lados da guerra lucraram com a venda de bens alimentares aos refugiados e sitiados. Esses negócios milionários foram das principais razões para aquela guerra absurda existir e se manter! Numa altura em que os mass merdia bombardeiam o público com uma chuva de mentiras sobre Assad e sobre a “população cercada em Alepo, é bom desmontar este mito: a população em Alepo está a morrer de fome porque a escória de “rebeldes” controla o fluxo de ajuda humanitária e vende por fortunas bens essenciais!

    Retirado de: https://sputniknews.com/middleeast/201612151048604777-aleppo-humanitarian-aid/

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