miércoles, 11 de enero de 2017

Puerto Rico: Terrorismo imperialista. Estéban Santiago, detenido en Estados Unidos



Por RAFAEL CANCEL MIRANDA*, Resumen Latinoamericano, 10 enero 2017.    

El puertorriqueño Esteban Santiago no tiene un pelo de terrorista y sí que es un joven víctima del coloniaje y del terrorismo bélico del imperio anglosajón estadounidense. Según sus familiares y amigos, era un joven sensible y gentil que se afectó grandemente por lo que vio en Irak, sobre todo por la matanza de niños iraquíes por parte de las fuerzas militares estadounidenses. Acudió al sistema de salud para veteranos, así como a las oficinas del FBI en Alaska, sin lograr que atendieran sus serios problemas de salud mental los que desgraciadamente lo llevaron a cometer una acción que en su estado normal él mismo hubiese repudiado.

Esteban Santiago no ha sido el único que ha sido afectado mental y emocionalmente por tales crímenes de terrorismo bélico. Ahora mismo estoy recordando que hará unos años un joven veterano de Texas, desde la azotea de un edificio, comenzar a disparar y a matar transeúntes. Padecía de lo mismo que Santiago.

Latinoamérica, al igual que Oriente Medio, ha sido víctima de este terrorismo bélico y en sus países han sido asesinados miles de latinoamericanos por las tropas estadounidenses. No olvidemos el Plan Cóndor, dirigido por el terrorista Henry Kissinger, que costó miles de vidas en Argentina, Brasil, Chile, Uruguay, Paraguay y Bolivia. En 1954 militares controlados por la CIA derrocaron al gobierno legítimamente constituido de Guatemala para proteger los intereses de la United Fruit Company. En 1965 tropas estadounidenses invadieron a Panamá y asesinaron a más de 3,000 panameños. Me contó una poeta panameña que no pudo ni gritar del horror que le causó ver cómo los tanques de la soldadesca estadounidense le pasaban por encima a los niños panameños. Ese mismo horror experimentó un soldado estadounidense en Irak que abandonó el ejército al ser testigo de una escena similar. Tampoco olvidemos la invasión a la República Dominicana en 1989 por la Marina estadounidense que costó la vida a más de 8,000 dominicanos.

En Puerto Rico mismo no olvidemos el bombardeo a San Juan por la Marina estadounidense el 12 de mayo de 1898 que ocasionó la muerte de puertorriqueños en sus casas y las calles de la ciudad, la Masacre de Río Piedras ordenada por el coronel Elisha Francis Riggs y la Masacre de Ponce ordenada por el gobernador general Blanton Winship.

La lista sería mucho más larga si comenzáramos por las masacres de los pueblos indígenas de Norte América para robarles sus tierras y la invasión a México para robarle la mitad de su territorio, a un costo, nuevamente, de miles de vidas.

Para concluir, recordemos aquellas palabras del nefasto general William Westmoreland con referencia a la guerra de Vietnam: “Si para salvarlos hay que destruirlos, vamos a destruirlos”. De ese terrorismo bélico estadounidense es que ha sido víctima el joven puertorriqueño Esteban Santiago y, para desgracia nuestra, ahora mismo el ejército estadounidense prepara otros “Esteban Santiago” en una escuela de Puerto Rico a la que asisten jóvenes de 7 a 17 años de edad en preparación para servir de cadetes de ese mismo ejército terrorista. Los hijos de la élite que controla las corporaciones que se benefician de la guerra no van a esas guerras. Van los hijos de los pobres, los “Esteban Santiago”.

* Ex preso político y luchador independentista puertorriqueño, columnista de Resumen Latinoamericano
 
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5 comentarios:

  1. AnonimoTrotskista12 de enero de 2017, 8:52

    Este vosso post faz-me reflectir ainda mais sobre este fenómeno dos jovens dos EUA que disparam a matar, sem lógica aparente!!!

    Tem-se falado muito das armas, mas parece-me que esse foco excessivo nas armas tem desvirtuado uma abordagem séria e racional sobre este problema.
    Primeiro: poucos duvidam do argumento lógico de que, um acesso irrestrito às armas, permite que qualquer pessoa louca ou em estado de doença mental, comece a disparar sem nexo e que isso possa explicar em parte esta taxa anormal de mortes e actos de loucura, que só se dão nos EUA. Contudo isso só explica em parte.
    Segundo: nos anos 60, havia mais armas que há hoje nos EUA e mais distribuídas. Isto porque os brancos eram 80% da população dos EUA. E eram eles e exclusivamente eles que tinham armas. Hoje os brancos estão em declínio, contudo estes crimes disparam. É um mito que os americanos tenham armas. Os brancos é que as têm. Por exemplo, há pessoas que têm 12 armas em casa. Logo isso distorce a média, que dá supostamente uma arma por casa. Tal é falso. Nem os negros, nem os latinos têm armas em casa. Eles não tem essa cultura. São os brancos do sul e os fascistas urbanos (a escória que vota em Reagan), quem tem armas. Os negros, devido à histórica opressão, foram sempre excluídos do “direito” a ter armas. Não por acaso, alguém notou que a NRA, a associação dos detentores de armas, surgiu na mesma altura que o KKK. Na prática significou que os negros foram impedidos de terem armas, para serem linchados à vontade, indefesos, enquanto a escória racista do KKK se enchia de armas, após o fim da guerra civil dos EUA e com isso atacava impunemente os negros. Os índios e posteriormente os latinos foram também impedidos de terem armas, além do que eles próprios não as queriam ter.
    A questão é: porque razão há agora este surto de mortes, de ataques de jovens, todos homens, jovens, da geração que nasceu nos anos 80, e não nos anos 50, 60, 70, quando as armas estavam espalhadas por todo o país? Porque razão não se vê mulheres ou pessoas de mais idade? Porque razão apenas agora o governo dos EUA se preocupa em controlar as armas?
    Lembremos que nos anos 60, quando os negros, índios e brancos pobres se mobilizavam contra o sistema, de súbito surgiu uma preocupação com as armas que dantes não tinha. Quando os brancos matavam impunemente nos anos 20 ninguém se preocupou. Então, a minha primeira conclusão é a de que está a haver um aproveitamento por parte do governo dos EUA, para controlar a dissidência, sob a máscara de combater a violência das armas. Eles não querem combater estas tragédias, querem sim é impedir uns novos Panteras Negras, armados e combativos.
    Agora uma questão mais complexa: a maioria destes ataques são atribuídos a loucos. Cria-se um rótulo de “ataques de armas”, englobando toda a casta de ataques. Eu penso que estes ataques se podem dever a vários motivos:
    -jovens vítimas de bulliyng, que explodem num momento de loucura.
    -jovens com problemas mentais (Omar Matten, James Holmes, Esteban Santiago), que com acesso às armas explodem num momento de demência.

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  2. AnonimoTrotskista12 de enero de 2017, 8:53

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    -potenciais ataques com cariz político : o caso da escola de Newton. Nunca se esclareceu se Adam Lanza, tinha ou não um cariz político na sua acção. Alguns falaram que ele tinha feito um like no facebook de Anders Breivik, outros apontaram o inverso e disseram que ele podia ter simpatias de esquerda. Outros disseram que se tratava de um jovem autista, vítima de bulling. Nunca se esclareceu isto. Há também o caso de Omar Matten, o famoso “jihadista gay”. Outra história mal contada. A sua esposa, confessou mais tarde, que suspeitava que o marido seria gay, mas que não era nem nunca foi um jihadista. É possível que Omar Matten fosse um gay reprimido, que não sabendo viver com a sua homossexualidade, tenha explodido num acto de violência. E depois, há toda a história mal contada do ataque, vocês próprios postaram aqui as mentiras sobre essa história. Nomeadamente que ninguém morrera até entrar o FBI. A CIA apressou-se logo a acusar Matten de jihadista, porque queria se aproveitar dessa tragédia para galvanizar as massas para uma intervenção na Síria, sob a máscara de “lutar contra o ISIS”. Contudo, nada nos indica que Matten tenha qualquer laço com o ISIS ou o islamismo radical. O ISIS reivindicou esse ataque para ganhar prestígio e aterrorizar as populações, isso é típico destes grupos, lutam pelo poder, pela aparência de força. Mas as declarações da esposa de Matten desmentem toda essa narrativa. Matten odiava-se a si mesmo, foi um acto similar aos destes jovens nos EUA.
    Alguns ataques de jovens tem também sido ligado por vezes à extrema-direita, com jovens humilhados no liceu, a serem recrutados por juventudes neo-nazis que os manipulam.
    Há outra questão que poucos tem colocado. A ligação de tudo isto com as drogas e fármacos para as doenças mentais. Santiago, como Lanza, Holmes, e outros atacantes, são jovens que estavam sob o efeito de drogas mentais. Estavam a ser submetidos a tratamento psiquiátrico e sob constante uso de drogas. É um facto conhecido que estas drogas são inúteis e muitas vezes contraproducentes. Criam uma sensação de euforia, descontrolo emocional e exacerbam a agressividade. Registe-se este último ponto. Estas drogas apenas devem ser usadas em casos extremos, em pessoas que estão por exemplo à beira do suicídio, porque no geral estas drogas são inúteis. Contudo, nós estamos numa sociedade capitalista, onde as grandes empresas farmacêuticas se movem unicamente pelo lucro. As declarações bárbaras que vocês postaram do alarve presidente da Bayer, a afirmar que “não criamos fármacos para índios, mas para quem paga”, mostra bem a escória que são as empresas. Se acaso se provasse a ineficácia e até a perigosidade das drogas médicas, acaso imaginamos que estes porcos iriam admiti-lo? E perder biliões? Anualmente este negócio da “saúde mental”, movimenta biliões só nos EUA. Tal como a criminosa indústria do tabaco a negar o laço entre o tabaco e o cancro do pulmão. Ou a NFL a negar que a prática de rubgy, podia acarretar o risco de lesões traumáticas no cérebro e neurodegenerescência. É uma máfia!
    Acaso Matten, que provavelmente estaria deprimido e recorrendo a alguma droga médica, tomou algo antes do ataque?
    O assassino de Charleston, Dylan Roof, é outro caso estranho. Na verdade, o motivo é claro e aqui não há dúvidas: trata-se de um nazi. Alguém movido pelo ódio, por sites nazis, que dispara a matar. Até aqui nenhuma questão se levanta. Contudo há certas coisas que ficaram por dizer. Este nazi era deprimido e estava sob tratamento antes do ataque. Bastas vezes apontou aos seus colegas a vontade de matar. Contudo, quando um jovem de 21 anos aponta que quer “matar negros e começar uma guerra racial”, no cúmulo do ridículo, o sistema capitalista têm a ideia peregrina de o enviar para um consultório médico. Em vez de o interrogar, investigar e prender, perceber se se estava a ligar a outras pessoas, a sociedade capitalista decide dar-lhe drogas.

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  3. AnonimoTrotskista12 de enero de 2017, 8:56

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    Nos últimos 20 anos, o capitalismo expandiu-se, quer a nível territorial, quer a nível ideológico e social. Quando isto gerou uma massa de pobreza e desespero, o capitalismo criou vários mecanismos de controlo da fúria social: ONGs, seitas loucas, drogas sintéticas, televisão alienante, enfim, vários “ópios do povo”. Menos reconhecido tem sido o uso de drogas médicas para controlar o desespero.
    Se temos um problema, só o resolvemos indo ao fundo da questão. Se falece um familiar nosso e estamos numa profunda dor, só iremos aplacar essa dor reencontrando o amor pela vida, naqueles outros familiares nossos que estão vivos. Não é tomarmos 30 comprimidos por dia. Como é que um comprimido resolve os nossos problemas? Acaso mata a pobreza, a morte? Apenas aliena as pessoas. Estas drogas matam o cérebro, inibem a capacidade de discernir a realidade, exacerbam a agressividade e na verdade aumentam a tendência para o suicídio, em vez de a diminuir. Estas drogas médicas, têm vindo a ser atacadas crescentemente por sectores da sociedade, nomeadamente psicólogos, médicos, que estão a denunciar esta fraude médica. Nós estamos a criar uma sociedade dependente de fármacos. As pessoas têm um problema e em vez de o resolver, alienam-se, tomam uns comprimidos e vivem numa permanente dor. E um belo dia, explodem, como em Columbine, em Orlando, em Aurora. Porque o sistema continua a ignorar isto? Porque lhe é benéfico. As pessoas que estão numa depressão pela selvajaria que sofrem, em vez de lutar contra o sistema, interiorizam a dor, até explodirem em actos como este. Em essência, a atitude actual de drogar as pessoas, foi uma estratégia do sistema, para despolitizar, alienar, controlar as massas, através do isolamento e individualização da dor. Isto, promovido pela merda de psicólogos do sistema, que diariamente, em talk-shows, programas “informativos”, nos vendem esta merda. Estes fármacos são vendidos por psicólogos e médicos comprados pela máfia médico-farmacêutica. Trata-se as pessoas que têm problemas, como se fossem loucas. Matten era um louco islamita. Ponto final, parágrafo. A narrativa está montada. Ninguém se interrogou porque razão alguém jovem, casado, atacaria sem nexo. Ou que o facto de ele ser um gay reprimido faz apontar numa pista de ataque mental e não islamita. Pouco importa à mass merdia. O mesmo se dirá de Esteban Santiago, é um psicopata e ponto.
    É sabido que as drogas são uma arma do sistema. Quando nós apontamos que o ISIS e o exército ucraniano usam drogas para dar força aos seus soldados e os tornar imunes à dor, fomos inicialmente ridicularizados. Contudo provou-se isto. Na verdade, isto vem dos nazis, que usavam drogas para que os seus soldados fossem capazes de cometer as atrocidades que todos sabemos. Um pormenor. Quando os amigos de Roof, o assassino de Charleston, denunciaram que eles estava a ter “alucinações” e que “estava a ficar obcecado com sites nazis, que o instigavam à violência”, que fez o sistema? Prendeu-o? Internou-o? Não, deixou-o à solta, dando-lhe drogas, que só o alucinavam mais. Os amigos de Roof denunciaram, que antes do ataque ele estava a ficar cada vez mais “psicótico, isolado e paranóico”. Assemelha-se em parte a Santiago. Vários intelectuais denunciaram o impacto que vídeos como o do ISIS ou grupos nazis a mostrar imagens horríveis dos progroms nazis, podem ter em cérebros fracos e impressionáveis. No caso de Roof, é provável que ele tivesse certa inclinação para as ideias nazis, mas nada foi feito para impedir o massacre de Charleston. Por vezes os jovens que se juntam a estes grupos, vão lá iludidos com o que vão encontrar. Fracos, sem forte moral, sob o efeito constante de drogas, é fácil subjugá-los e desestruturar a sua personalidade. Veja-se a barbárie do ISIS e no Donbass. É fácil de ver o que se passou. Pega-se num jovem fraco, sem moral, instável. Bombardeia-se o cérebro com propaganda de ódio.

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  4. AnonimoTrotskista12 de enero de 2017, 8:57

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    Atola-se o cérebro com drogas, que atacam o pouco discernimento que ele tem. Exactamente como esses jovens alienados que se alistam no ISIS, que depois vemos a matar, violar. É o fascismo em pleno, isto fora já ensaiado por Hitler, que admitira que as drogas eram cruciais para levar os jovens impressionáveis a fazer coisas que no seu estado normal não fariam.
    Segue a mesma lógica das drogas como a marijuana. Comecei a frequentar o vosso site pelos fins de 2014. Até então a minha visão sobre as drogas era que a CIA as usava para criar redes de financiamento ilegal. E nada mais. Depois, pelo vosso site, tive acesso a outros sites, como os camaradas do Comité Internacionalista Antifascista de Madrid. Estes têm feito uma grande campanha para denunciar as drogas e o seu papel em destruir os bairros operários. Depois veio o vosso post, sobre os anos 80 e as cloacas do Estado:
    http://odiodeclase.blogspot.pt/2016/02/drogas-y-desmovilizacion-social-los-80.html
    É um grande post. Fez-me pensar, que mais que criar redes de financiamento autónomo, a CIA percebeu o potencial que as drogas podem ter. Elas matam, moral e emocionalmente as pessoas. Destroem todos os laços de um ser humano aos outros. Em essência criam um psicopata em potência. Em vez de uma bela flor, um revolucionário, ficamos com jovens alienados, cruéis, uns dejectos humanos. E certos grupos comunistas, totalmente à deriva ideologicamente, defendem as drogas e a sua legalização, com uma argumentação que distorce o princípio da liberdade socialista. Acaso Lenin seria o que foi, se em vez de acordar e pensar em todos os segundos no triunfo da Revolução, estivesse preocupado a fumar charros (porros), a drogar-se, a alienar-se em drogas, pornografia? Seria um desses indivíduos alienados, cuja vida diária se compraz em satisfazer todos os instintos, até os mais baixos, ao invés de ser um LUTADOR, um REVOLUCIONÁRIO!! Que foi o que ele foi, ÚNICO E INCOMPARÁVEL!!! Ver grupos comunistas a defender estas degenerações burguesas é algo absurdo!!
    Em essência, o capitalismo, criou uma sociedade insuportável para viver. Nos anos 60, quando tínhamos problemas mobilizava-nos. Exteriorizava-mos essa dor, politizávamo-nos. Uma mãe de família com 4 filhos e com uma dívida para pagar dirigia-se, nos anos 60, a um partido comunista e mobilizava-se para lutar por uma vida melhor. Hoje, as pessoas têm vergonha da pobreza, odeiam-se a si por serem pobres (quando o culpado é o capital) e no desespero alienam-se em drogas oficiais (os ditos comprimidos mágicos) e ou nas drogas “ilegais”, a cocaína, a heroína, etc. Ao final de um tempo, os problemas não se resolvem, o desespero explode e estas pessoas atacam, para exprimir a sua angústia. Que comprimido resolve os problemas? Acaso paga as dívidas, dá-nos o filho que perdemos, o amor não correspondido, acaba com a opressão? Crescentemente o sector médico não comprado pelo corrupto complexo médico-farmacêutico tem vindo a criticar esta quantidade anormal de drogas médicas que inunda a sociedade.
    Ainda que as drogas não expliquem tudo nestes ataques, vários têm notado o facto estranho de estes atacantes serem todos homens, jovens, isolados. Todos nasceram nos anos 80/90. É o reflexo de uma juventude destruída, sem vida, onde a sociedade criminosa capitalista pressiona as pessoas para serem ricas, belas, bem-sucedidas, e quem se “desvia” é humilhado. Aonde se deixa pessoas com doenças mentais (provocadas pela miséria moral e social) abandonadas, sem tratamento. E depois, explodem, nestes actos irracionais. E em alguns casos foram inclusive cooptados para as ideologias mais sinistras, tipo o fascismo, como se viu em Roof ou nos jihadistas do ISIS. Sem que isso desculpabilize os seus actos, temos de entender estas questões.

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    1. Interesantes reflexiones camarada.

      Gracias por tus aportes e informaciones.

      Saludos rojos.

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